O céu é o limite... Espaço de reflexão crítica sobre Educação Especial
29 fevereiro 2012
18 fevereiro 2012
The Gift num "concerto inclusivo"
Os The Gift tocaram sexta-feira, dia 17 de Fevereiro no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, estreando os “concertos inclusivos”, neste palco.
Os “concertos inclusivos” dão a possibilidade a cidadãos, com deficiências visual ou auditiva, de participarem no espectáculo.
“Para as pessoas cegas existe um sistema de áudio-descrição, e para as pessoas surdas, um intérprete de língua gestual portuguesa que acompanha o espectáculo e vai descrevendo as letras”, explica uma nota do CCB.
“No Grande Auditório o intérprete de língua gestual ficará na zona do primeiro balcão, no lado par, espaço onde foram disponibilizados bilhetes para o público que tenha necessidade e queira usufruir deste sistema”, refere a mesma nota.
No átrio da plateia, no piso 1, será instalada uma exposição inclusiva, composta por 12 painéis “tácteis” e auto-sustentáveis, com fotografias de Podas Chaudhary, segundo a mesma nota.
O grupo de Nuno Gonçalves e Sónia Tavares interpretará essencialmente os álbuns "Explode" e "Primavera", em duas partes distintas dos concertos.
A digressão começou em Alcobaça no passado dia 13 de Janeiro, tendo a banda já actuado em Portugal e Espanha, totalizando vinte concertos.
Aos concertos em Lisboa segue-se, no sábado, a actuação no Teatro Municipal de Vila do Conde.
Na próxima semana os The Gift atuam, quinta-feira, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, na sexta-feira, no Académico Gil Vicente, em Lisboa, e, no sábado, no Theatro Circo, em Braga.
Depois destes concertos o grupo fará uma pausa, porque a vocalista, Sónia Tavares, está grávida.
Os Gift, que surgiram em Alcobaça em 1994, integram os irmãos Nuno e John Gonçalves, Sónia Tavares e Miguel Ribeiro.
O grupo editou no início deste ano "Primavera", o quinto álbum de originais, que sucedeu ao álbum "Explode", editado em Março do ano passado.
Os “concertos inclusivos” dão a possibilidade a cidadãos, com deficiências visual ou auditiva, de participarem no espectáculo.
“Para as pessoas cegas existe um sistema de áudio-descrição, e para as pessoas surdas, um intérprete de língua gestual portuguesa que acompanha o espectáculo e vai descrevendo as letras”, explica uma nota do CCB.
“No Grande Auditório o intérprete de língua gestual ficará na zona do primeiro balcão, no lado par, espaço onde foram disponibilizados bilhetes para o público que tenha necessidade e queira usufruir deste sistema”, refere a mesma nota.
No átrio da plateia, no piso 1, será instalada uma exposição inclusiva, composta por 12 painéis “tácteis” e auto-sustentáveis, com fotografias de Podas Chaudhary, segundo a mesma nota.
O grupo de Nuno Gonçalves e Sónia Tavares interpretará essencialmente os álbuns "Explode" e "Primavera", em duas partes distintas dos concertos.
A digressão começou em Alcobaça no passado dia 13 de Janeiro, tendo a banda já actuado em Portugal e Espanha, totalizando vinte concertos.
Aos concertos em Lisboa segue-se, no sábado, a actuação no Teatro Municipal de Vila do Conde.
Na próxima semana os The Gift atuam, quinta-feira, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, na sexta-feira, no Académico Gil Vicente, em Lisboa, e, no sábado, no Theatro Circo, em Braga.
Depois destes concertos o grupo fará uma pausa, porque a vocalista, Sónia Tavares, está grávida.
Os Gift, que surgiram em Alcobaça em 1994, integram os irmãos Nuno e John Gonçalves, Sónia Tavares e Miguel Ribeiro.
O grupo editou no início deste ano "Primavera", o quinto álbum de originais, que sucedeu ao álbum "Explode", editado em Março do ano passado.
04 fevereiro 2012
Disortografia
Afirmações como estas não são novidade para quem trabalha ou convive com pais de crianças com disortografia: “O meu filho escreve com muitos erros”; “O meu filho esquece-se de escrever letras e noutras alturas acrescenta letras que não existem numa palavra”; “O meu filho nunca está com atenção, frequentemente troca sílabas quando escreve palavras do dia a dia”… Pela definição, Disortografia é “o conjunto de erros da escrita que afectam a palavra mas não o seu traçado ou grafia” (Vidal, 1989). Resultam na incapacidade de estruturar gramaticalmente a linguagem, podendo manifestar-se no desconhecimento ou negligência das regras gramaticais, confusão nos artículos e pequenas palavras e, em formas mais banais, na troca de plurais, falta de acentos ou erros de ortografia em palavras correntes ou na correspondência incorrecta entre o som e o símbolo escrito (omissões, adições, substituições, etc.).
Por sua vez, Moura (2000), diz-nos que Disortografia é uma perturbação que afecta as aptidões da escrita, e que se traduz por dificuldades persistentes e recorrentes na capacidade da criança em compor textos escritos. Estas dificuldades centram-se na organização, estruturação e composição de textos escritos, sendo que a construção frásica é pobre e geralmente curta, observando-se a presença de muitos erros ortográficos.
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