Na semana passada, ouvi na rádio que tinha sido desenvolvido um tipo de letra específico para facilitar a leitura por parte de pessoas disléxicas. Resolvi pesquisar e encontrei vários "inventores" deste tipo de letra que, ao que parece, não é uma novidade.
Apesar das informações contraditórias sobre o autor do referido tipo de letra, considero importante deixar aqui esta informação.
Disléxicos - tipo de letra Sarakanda
Apesar das informações contraditórias sobre o autor do referido tipo de letra, considero importante deixar aqui esta informação.
Disléxicos - tipo de letra Sarakanda
Sarakanda é um tipo de letra desenhada para disléxicos, desenvolvido por Alejandro Valdez.
“O projeto nasce como uma resposta concreta para a educação especial no país: produzir ferramentas educativas para detectar e tratar um problema específico que, neste caso, é a dislexia: transtorno de identificação, reprodução, compreensão e interpretação de signos falados e escritos” – afirma o designer Alejandro Valdez.
Letra para disléxicos - Read Regular
Read Regular é uma letra desenhada para disléxicos, para facilitar a leitura e a compreensão do que está a ser lido.
Natasha Frensch, disléxica e designer criadora deste tipo de letra afirma: "Até agora tenho conseguido continuar a trabalhar para que este tipo de letra se torne acessível. Nunca imaginei que fosse tão bem recebido por tantos.”
Letra para disléxicos - Read Regular
Read Regular é uma letra desenhada para disléxicos, para facilitar a leitura e a compreensão do que está a ser lido.
Natasha Frensch, disléxica e designer criadora deste tipo de letra afirma: "Até agora tenho conseguido continuar a trabalhar para que este tipo de letra se torne acessível. Nunca imaginei que fosse tão bem recebido por tantos.”
Christian Boer, designer holandês, desenvolve "Dislexye"
Não é só uma letra bonita: “Dyslexie”, como o nome indica, é um tipo de letra que nasceu com o objetivo de facilitar a leitura àqueles que sofrem de dislexia.
Christian Boer, o designer holandês (também ele disléxico) responsável por “Dyslexie” começou a trabalhar neste tipo de letra no ano de 2008. O trabalho não foi fácil e existiram carateres mais difíceis de conceber que outros: a letra “a”, por exemplo, exigiu mais de 12 horas de trabalho – menos que a vírgula que, ainda assim, consumiu 4 horas da atenção de Boer.
A grande diferença por detrás desta tipografia reside no seu “peso” extra, acrescentado às pontas de cada caráter de modo a torná-lo mais carregado. Segundo Boer percebeu, devido à sua própria dislexia e recorrendo a um grupo de outras pessoas que sofrem da mesma condição, esta característica torna mais simples ler os carateres.
Testada na Universidade de Twente, na Holanda, a tipografia teve resultados muito positivos. Com a sua criação, Boer espera ajudar os disléxicos “de modo a que a luta diária nesta sociedade de informação seja um pouco menos dura”.
Christian Boer, o designer holandês (também ele disléxico) responsável por “Dyslexie” começou a trabalhar neste tipo de letra no ano de 2008. O trabalho não foi fácil e existiram carateres mais difíceis de conceber que outros: a letra “a”, por exemplo, exigiu mais de 12 horas de trabalho – menos que a vírgula que, ainda assim, consumiu 4 horas da atenção de Boer.
A grande diferença por detrás desta tipografia reside no seu “peso” extra, acrescentado às pontas de cada caráter de modo a torná-lo mais carregado. Segundo Boer percebeu, devido à sua própria dislexia e recorrendo a um grupo de outras pessoas que sofrem da mesma condição, esta característica torna mais simples ler os carateres.
Testada na Universidade de Twente, na Holanda, a tipografia teve resultados muito positivos. Com a sua criação, Boer espera ajudar os disléxicos “de modo a que a luta diária nesta sociedade de informação seja um pouco menos dura”.

Sem comentários:
Enviar um comentário