Depois de aprofundar o tema em questão e as Tecnologias de apoio a ele associadas, não posso deixar de pensar na "minha" Vanessa, aluna do 8º ano de uma das escolas por onde passei, com paralisia cerebral e com quem trabalhei.
Reconheço que fiz tudo o que me pareceu pertinente e adequado ao caso, no entanto admito agora que, se tivesse conhecimento e acesso a todas estas técnicas e tecnologias, teria desenvolvido um trabalho melhor.
Resta-me recordar a excelente relação que estabeleci, em termos emocionais, que me parece ter sido enriquecedora para ambas.
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