O termo “hipoterapia” foi introduzido em 1966 pelo neurologista suiço H. F. Kaser. A hipoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo, de forma a melhorar o desenvolvimento psicossocial de pessoas com deficiência e/ou com necessidades especiais.
Estudos realizados por todo o mundo confirmam que a Hipoterapia é um método educacional que favorece a socialização e o desenvolvimento global de alunos portadores de necessidades educativas especiais.
Este tipo de actividade promove uma simbiose entre natureza-criança-cavalo, sendo assim uma forma de dar resposta à frequente “falta de actividade” associada à maioria das crianças com deficiência.
Estudos realizados por todo o mundo confirmam que a Hipoterapia é um método educacional que favorece a socialização e o desenvolvimento global de alunos portadores de necessidades educativas especiais.
Este tipo de actividade promove uma simbiose entre natureza-criança-cavalo, sendo assim uma forma de dar resposta à frequente “falta de actividade” associada à maioria das crianças com deficiência.
Indicações: habitualmente a hipoterapia é recomendada para crianças e jovens com paralisia cerebral, espinha bífida, dificuldades a nível da coordenação motora global, problemas de postura ou ortopédicos, distúrbios visuais e/ou auditivos, estados de ansiedade, stress e doenças psicossomáticas associadas (depressão, luto, etc.), dificuldades de relação interpessoal, autismo, síndroma de Down, hiperatividade, dificuldades de aprendizagem, entre outros.
Contra-Indicações: não é indicada para crianças ou jovens com lesões graves da coluna vertebral, luxação do quadril, síndroma de Down com excesso de afrouxamento nas primeiras vértebras cervicais ou fraca sensibilidade na região das coxas. De qualquer forma,a hipoterapia só deverá ser iniciada mediante um parecer favorável após avaliação médica e psicológica.
Contra-Indicações: não é indicada para crianças ou jovens com lesões graves da coluna vertebral, luxação do quadril, síndroma de Down com excesso de afrouxamento nas primeiras vértebras cervicais ou fraca sensibilidade na região das coxas. De qualquer forma,a hipoterapia só deverá ser iniciada mediante um parecer favorável após avaliação médica e psicológica.
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