Há computadores e papéis em cima das mesas de trabalho. E há máquinas que se mexem sozinhas, comandadas por processos complexos mas que têm uma missão bem definida. Um grupo de investigação da Universidade do Minho e a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Braga andam concentrados num projeto para a utilização de robôs como meio de comunicação e interação com alunos autistas. A aplicação de ferramentas robóticas para melhorar a vida social de alunos com autismo, melhorando as suas habilidades de interação e comunicação com pessoas e em contextos diferenciados, é o grande objetivo de todos os envolvidos nesta operação.
|
Sem comentários:
Enviar um comentário